domingo, 28 de setembro de 2008

Nísia Back visita os estúdios da Super Rádio Tupi [AM 1280] e da Nativa [FM 96,5] no Rio de Janeiro

terça-feira, 1 de julho de 2008

Adriana, Fábio Jr. e Nísia

Performance de Nísia Back em show de Fábio Jr.*
[*No detalhe, Adriana (back vocal), Fábio Jr. e Nísia Back]



Back-Vocal [Músico-Acompanhante]



Carlos Colla
Alcione
José Augusto
Fábio Jr.
Pokémon (Rede Record)
Gilberto Barros (Programa “Boa Noite Brasil” – BAND)
Frank Aguiar
Marcelo Costa
Matogrosso e Matias
Pedro e Tiago
Lucas e Luan
Oswaldinho do Acordeom
Teodoro e Sampaio
Marciano
Cleiton e Camargo
César e Paulinho, etc.

quarta-feira, 25 de junho de 2008

Mariano da Rosa ["Poeta da Suspeita"] e Nísia Back* [*No detalhe, obra da artista plástica Selma Bosquê]


"Cantar é submeter o fenômeno sonoro da laringe às regras da música vocal: harmonia, ritmo, melodia.No entanto, o cientificismo se torna impotente para justificar a experiência estética (do grego "aisthesis", que significa "faculdade de sentir"), matéria de domínio da arte. É neste nicho cultural que sobrevive, como um espécimen raro, o "som" de Nísia! Digo, o "som", pois a sua identidade artística não se limita ao canto, mas se auto-afirma através da composição.Como sintetizar o seu trabalho?
Sendo de caráter experimental, embora imune à Cultura de Massa, não se "laboratoriariza", perdendo o poder de intersubjetividade, mas traz o germe pós-moderno do futuro! A intervenção jazzística, o improviso "spiritual", a performance pop, a cor surrealista - são fragmentos de uma imagem que consubstancia várias tendências: de Bach à Mcartiney, de Tetê Spíndola à Milton Nascimento, de Zizi Possi à Leila Pinheiro!!!"



"Cantar é mover o dom / Do fundo de uma paixão / Seduzir
/ As pedras, catedrais, coração"
[Djavan]



Do Escritor Mariano da Rosa
Poeta e Letrista, Ensaísta e Crítico Literário;
Autor de "O Todo Essencial" [Universitária Editora - Lisboa / Portugal];
Membro do Movimento "Poetas Del Mundo" / Chile,
do "World Poets Society" / Grécia;
da UBE - SP [União Brasileira de Escritores],
e do Partido Popular Socialista [PPS];
Empreendedor Social,
Estudioso dos fenômenos psicossociais,
Pesquisador das relações da sociologia econômica, cultural e política,
Ativista político e palestrante,
Sócio da AMAR / SOMBRÁS [Associação de Músicos, Arranjadores e Regentes / Sociedade Musical Brasileira].

terça-feira, 24 de junho de 2008

"Como podem os sons invocar emoções tão fortes, alegrias e tristezas, lembranças de momentos especiais ou dolorosos, paixões passadas e esperanças futuras, patriotismo, ódio, ternura? [...] A física explica como ondas sonoras se comportam, suas frequências e amplitudes. A biologia e as ciências cognitivas explicam como o aparelho auditivo transforma essas vibrações em impulsos elétricos que são propagados ao longo de nervos para os locais apropriados do cérebro. Mas daí entender por que um adágio faz uma pessoa chorar, enquanto outra fica indiferente ou até acha aquilo chato, o pulo é enorme. A música fala diretamente ao inconsciente, criando ressonâncias emotivas que são únicas”
[Marcelo Gleiser, professor de Física Teórica do Dartmouth College, em Hanover (EUA)]

A Bela Imediatez*
Nísia Back [Cantora e Compositora] e Mariano da Rosa ["Poeta da Suspeita"]




Nesta primeira edição o Projeto Lítero-Musical 'A Bela Imediatez' [trabalho temático, obra experimental de estilo cubista, que explora diversos gêneros - do "samba-pop-metafísico" ao "jazz-spiritual-blues", do "pop filosófico" ao "funk cubista", do "rap-pop new age" ao "pop tribalista (xamânico)"], que tem o objetivo de resgatar o valor da música como 'arte factu' ['feito com arte'], segundo o legado grego, reúne 8 [oito] poemas de 'O Todo Essencial' [Universitária Editora - Lisboa / Portugal]:


Permuta
Diante da Janela
Diagnose Lírica
Heróica
Última Esperança
Paz
Madrugada Urbana
Sobre a Existência Humana


Tendo Nísia Back [cantora e compositora, atriz-dubladora e produtora] como intérprete, compositora e produtora dos arranjos das músicas, as letras dos textos do 'Poeta da Suspeita' transformaram-se em 'épuras do ser', para usar a expressão do filósofo francês Merleau-Ponty, "pois a música [...] difere de todas as outras artes por não ser cópia do fenômeno ou, mais corretamente, da objetividade adequada da vontade, mas cópia imediata da própria vontade e portanto, apresenta, para tudo o que é físico no mundo, o correlato metafísico, para todo fenômeno a coisa em si" [Schopenhauer]. "[...] Todos os possíveis esforços, emoções da vontade, tudo aquilo que se passa no interior do homem, e que a razão lança no amplo conceito negativo de sentimento, pode exprimir-se pelas infinitas melodias possíveis [...]. A partir desta íntima relação que a música tem com a essência verdadeira de todas as coisas, pode-se também explicar por que, quando soa uma música adequada a alguma cena, ação, evento, circunstância, esta nos parece abrir seu sentido mais secreto e se introduz como o mais correto e mais claro dos comentários [...]" [idem]. Por essa razão até mesmo Sócrates [que, segundo Nietzsche, "até seus últimos dias se tranquiliza com a opinião de que seu filosofar é a suprema arte das Musas e não consegue acreditar que uma divindade viesse lhe falar daquela 'música comum, popular'"], que através de uma visão de sonho ouvia incessantemente o apelo - "Pratica a música!" -, decide, embora somente na prisão [para "aliviar inteiramente a sua consciência"], "praticar até mesmo aquela música que menosprezava". E, ainda de acordo com a leitura nietzschiana, "aquela palavra da visão socrática é o único indício de uma perplexidade quanto aos limites da natureza lógica: será - assim devia ele perguntar - que o que eu não entendo nem por isso é ininteligível? Será que há um reino da verdade, de que o lógico será banido? Será que a arte é até mesmo um correlato e suplemento necessário da ciência?".
*Representando o sentido de toda a tradição da época da tragédia ['Era da Consciência Mitológica'], caracterizada pelo saber místico da unidade da vida e da morte, que constitui uma 'chave' que abre o caminho essencial do mundo, 'A Bela Imediatez', segundo o pensamento nietzschiano, foi subestimada pela 'Era da Razão' [fase do 'Logos', da 'Consciência Filosófica'], imposta pelo arquétipo socrático, que gerou o homem teórico cujo instinto, antes [como em todos os homens produtivos] uma força afirmativa e criadora, tornou-se crítico, e cuja consciência, de uma força crítica e negativa, fez-se criadora, provocando uma verdadeira oposição dialética entre Sócrates e Dioniso ['deus da exuberância, da desordem e da música']. Conjugar o 'apolíneo' [de Apolo, 'deus da clareza, da harmonia e da ordem'] e o 'dionisíaco', complementares entre si [e que foram separados pela civilização], é, pois, a proposta de 'A Bela Imediatez': 'Moral Apolínea' versus 'Paixão Dionisíaca'. Em nome da 'Arte'. "A arte como a redenção do que conhece – daquele que vê o caráter terrível e problemático da existência, que quer vê-lo, do conhecedor trágico. A arte como a redenção do que age – daquele que não somente vê o caráter terrível e problemático da existência, mas o vive, quer vivê-lo, do guerreiro trágico, do herói. A arte como a redenção do que sofre - como via de acesso a estados onde o sofrimento é querido, transfigurado, divinizado, onde o sofrimento é uma forma de grande delícia. [...] A arte como a tarefa própria da vida, a arte como a sua atividade metafísica...”

“Eis o que nos acontece no domínio musical: é preciso antes de tudo aprender a ouvir uma figura, uma melodia, saber discerni-la com o ouvido, distingui-la, isolá-la e delimitá-la enquanto vida para si; em seguida, é preciso esforço e boa vontade para suportá-la, apesar de sua estranheza, usar a paciência para seu aspecto e sua expressão, ternura pelo que ela tem de singular; - vem enfim o momento em que nos habituamos a ela, em que nós a esperamos, em que sentimos que nos faria falta, se se ausentasse; e daí em diante ela não deixa de exercer sobre nós sua imposição e sua fascinação, até que tenha feito de nós seus amantes humildes e maravilhados, que não concebem melhor coisa no mundo e só desejam a ela e mais nada”
[Nietzsche]

segunda-feira, 2 de junho de 2008

Nísia e Equipe de Fábio Jr. [Imperator do Méier]

AC Dalfarra, Pedro Ivo, Nísia Back, Álvaro, Elias e Jotinha
[Equipe de músicos de Fábio Jr. e Nísia Back em show no Imperator do Méier]

terça-feira, 20 de maio de 2008


Nísia Back e o Multimídia Falcão


Performance de Nísia Back [Cantora e Compositora]

Festival “Minas é Música” (promovido pela Rede Globo - MG)
Prêmios: 2o Lugar e Melhor Intérprete (Letra e música de sua autoria)
Júri: Ronaldo Bastos, Toninho Horta, Milton Nascimento, Leila Pinheiro
Festival do Carmo - RJ
Prêmios: 1o Lugar e Melhor Intérprete (Letra e música de sua autoria)
Júri: Sá e Guarabira, Egberto Gismonti, Joyce, Paulinho Tapajós

Festival de Governador Valadares - MG
Prêmios: 3o Lugar e Melhor Intérprete
Júri: Flávio Venturini, Oswaldo Montenegro, Fátima Guedes, Roberto Menescal
Festival de Miracema/Minas
Prêmio: Melhor Intérprete*
*convite de Líber Gadelha para a gravação do primeiro tape (Polygram)

Performance em estúdio

quinta-feira, 15 de maio de 2008

Detalhe do painel, "Os grandes sonhos não morrem"

Visitando a exposição
"Estéticas, sonhos e utopias do mundo pela liberdade" -
Tributo a Mário Pedrosa, Museo de La Solidaridad, Fundacion Salvador Allende, Santiago - Chile:

"Os artistas do mundo souberam interpretar esse sentido profundo do estilo chileno de luta pela libertação nacional e, num gesto único na trajetória cultural, decidiram, espontaneamente, presentear esta magnífica coleção de obras primas para a apreciação dos cidadãos de um longínquo país que, de outro modo, dificilmente teriam acesso a elas. Como não sentir, junto com uma viva emoção e uma profunda gratidão, que contraímos um solene compromisso, a obrigação de corresponder a essa solidariedade."

[Salvador Allende, Presidente da República do Chile (1970-1973),

primeiro marxista assumido a vencer eleições livres

para presidente na América Latina]

sábado, 10 de maio de 2008

Nísia, Fábio Jr. e Equipe

Elias, Adriana, Fábio Jr., Nísia Back e Álvaro em performance no show do cantor

terça-feira, 6 de maio de 2008


Nísia Moraes, sob o painel do Grupo Pholhas, cujo baixista e ex-integrante, Oswaldo Malagutti Jr., é o dono do Stúdio Mosh



Cantora/Locutora de Jingles:




Pão de Açúcar – Tríade

C&A – Lua Nova

Sempre Livre – MCR

Viagens Costa - Piano

Caixa Econômica Federal – Piano

quinta-feira, 1 de maio de 2008

A Produtora e Cantora Japonesa Maya em seu Stúdio Sun - SP, e Nísia