terça-feira, 2 de novembro de 2010

A Bela Imediatez & O Todo Essencial


Nísia Back e Mariano da Rosa em performance do Projeto Lítero-Musical "A Bela Imediatez" [trabalho temático, obra experimental de estilo cubista, que explora diversos gêneros - do "samba-pop-metafísico" ao "jazz-spiritual-blues", do "pop filosófico" ao "funk cubista", do "rap-pop new age" ao "pop tribalista (xamânico)"], que reúne 8 [oito] poemas de 'O Todo Essencial' [Universitária Editora - Lisboa / Portugal], a saber:


Permuta

Diante da Janela

Diagnose Lírica

Heróica

Última Esperança

Paz

Madrugada Urbana

Sobre a Existência Humana




Detalhe da capa: "Borboleta tecendo", de Onik Sahakian



Impresso na mesma gráfica que imprimiu o primeiro e único livro de Fernando Pessoa [1888-1935] em vida, "Mensagem" [1934], O Todo Essencial, do escritor Mariano da Rosa, exposto na vitrine do Domingão do Faustão*, é indicado para leitura pelo apresentador Fausto Silva [Rede Globo / Brasil], líder de audiência nas tardes de domingo, performance confirmada através do prêmio de melhor apresentador da América Latina.

*o vídeo está disponível nos links abaixo:


"Somos atraídos na literatura unicamente pelo que é indomado.
Monotonia é apenas outro nome para o que é domesticado.
Tiramos nosso prazer do pensamento incivilizado,
livre e selvagem que explode em Hamlet e na Ilíada,
em todos os textos sagrados e nas mitologias,
e não da reflexão oriunda das academias"
[Henry Thoreau]

sexta-feira, 16 de julho de 2010


Nísia Back e Zezé Di Camargo no Mosh - SP

Release


Herdeira da formação musical dos festivais da década de 1980 (conforme discriminado abaixo), quando, ainda adolescente (ao lado de artistas como Gonzaguinha, Leila Pinheiro e Flávio Venturini, Joyce e Milton Nascimento, entre outros), destacou-se como cantora e intérprete (com músicas de sua autoria) nas edições do Festival “Minas é Música” (promovido pela Rede Globo - MG), Festival do Carmo - RJ, Festival de Governador Valadares - MG e Festival Miracema/Minas, que lhe proporcionou o convite do produtor Líber Gadelha para a gravação do seu primeiro tape (Polygram), Nísia Moraes, na fase inicial da sua vida profissional, enquanto aguardava a oportunidade de realizar o sonho de gravar o seu primeiro CD, pôde mostrar parte do seu talento atuando como back-vocal (shows/stúdio) para Carlos Colla, Alcione e José Augusto (ocasião em que teve a cantora Zélia Duncan como colega de trabalho). Nesta fase, aliás, além de back-vocal, fazia dublagens em empresas como a Herbert Richers e trabalhava na área de jingles, gravando spots publicitários e mensagens comerciais para a Tape Spot, reconhecida firma do ramo, onde dividia o stúdio com Zélia Duncan (que estava se preparando para lançar o seu primeiro CD).
Em virtude do projeto de gravação do seu primeiro CD (que tinha como base o tape produzido por Líber Gadelha) ter sido interrompido pela interferência do Plano Collor, que afetou os investimentos no setor, Nísia aceitou o convite de Aldo Ghetto para participar da equipe de Fábio Jr. como back-vocal, trabalho este que desenvolveu entre os anos de 1993 e 1994 (ao lado de Adriana que, logo depois, formou o grupo “Rabo de Saia”), quando o artista cumpriu uma das maiores agendas de shows da sua carreira. O ingresso na equipe de Fábio Jr., formada por músicos como Elias e Álvaro (Guitarras), Pedro Ivo (Baixo), Jotinha (Teclados) e A. C. Dalfarra (Bateria), e que tinha Sueli como Secretária Pessoal, coincidiu com o casamento de Nísia que, para o show do Imperator (Méier/RJ), chegou usando vestido de noiva (já que a cerimônia fora realizada horas antes em Teresópolis, interior do Estado).
Mudando-se para São Paulo, finalmente gravou o seu primeiro CD, fazendo parte de uma dupla produzida por César Augusto, “Mulheres Urbanas”, ao lado de Isamara. A gravidez, no entanto, interrompeu a sua carreira e os seus planos, tendo Nísia Moraes optado por investir no trabalho que, como back-vocal (stúdio), atriz-dubladora e cantora/locutora de jingles, realizara no Rio anteriormente. Como compositora, além de outras, fez parceria com César Augusto na música “Vai e Vem” (gravada por “Mulheres Urbanas” e cantada por João Paulo e Daniel em vários shows, assim como por Lucas e Luan, inclusive na Festa do Peão Boiadeiro de Barretos) e com Carlos Colla na música “Beijos Ardentes” (gravada por “Mulheres Urbanas”), sendo também autora de “O Tempo” (letra e música), que tem como intérprete Rebeca Nemer (que trabalha com linguagem de sinais para surdos na equipe de Maurício de Souza), e de “Menina da China”, produzida por Gilberto Gouveia (Giba, maestro do programa “Boa Noite Brasil”, dirigido pelo apresentador Gilberto Barros), e gravada por Manuela Balans.
Agora, em parceria com o Escritor e Poeta Mariano da Rosa (autor de “O Todo Essencial” – Universitária Editora / Lisboa – Portugal), Nísia Moraes apresenta o repertório da nova fase de sua carreira de compositora.

terça-feira, 15 de junho de 2010

Sempre Livre

terça-feira, 9 de março de 2010

Nivaldo Ornelas e Nísia Back

Trabalhando atualmente com importantes orquestras do Brasil como arranjador e solista convidado, Nivaldo Ornelas, saxofonista, flautista, compositor e arranjador, foi um dos fundadores do Berimbau Jazz Clube, ponto de encontro dos músicos mineiros no final dos anos 60 e, depois, um dos integrantes do Clube da Esquina. Dentre os prêmios do artista destacam-se os abaixo discriminados:

Troféu Villa-Lobos, 1978 - Portal dos Anjos;
Troféu Chiquinha Gonzaga, 1981 - Viagem Através de Um Sonho;
Melhor Trilha Sonora - O Encontro Marcado [peça], de Fernando Sabino [1982];
Melhor Música Original - A Dança dos Bonecos [filme], de Helvécio Ratton [1984];
Colheita do Trigo, 1990;
As Canções de Milton Nascimento [com Ricardo Leão], 1995;
Aquarela - A Música de Ary Barroso [com Juarez Moreira], 1996;
Arredores [Prêmio Sharp, 1999].